05 dezembro 2009

Casamento: Uma instituição à beira da falência.

Ah!... Tempos bons eram aqueles em que os casais levavam a sério o “até que a morte nos separe” ditos ao padre durante a celebração do casamento. Hoje em dia, separação está virando “moda”. Até a justiça está ficando bem mais flexível em relação a isso. Não quer mais? Separa!

Separação. Ê palavrinha que eu tenho pavor. Aliás, quem não tem medo de se separar do que se ama (seja da esposa, esposo, dos filhos, dos pais, etc.) não é verdade? É terrível só de pensar.

Mas a verdade é que hoje é muito comum você conhecer alguém que já viveu a experiência do matrimônio e se separou. Homens e mulheres, cada dia que passa se respeitam menos, e quando acaba o respeito, acaba o casamento.

Por falar em respeito: vocês já perceberam que, para muitos (as), pouco importa a aliança na mão esquerda? Pois é, muitos até acham isso mais “eletrizante”.

Pouco importa se o cara é casado, têm filhos, etc., (muitas mulheres até tem preferência por este tipo de homem) as “mulheres” dão em cima ignorando totalmente este detalhe que, em alguns casos, podem acabar no IML (Instituto Médico Legal) ou na melhor das hipóteses, na delegacia. Ninguém veio ao mundo para virar pedra – deve ser o que passa na cabeça destas “mulheres”.

Mas não é “privilégio” das mulheres o assédio aos casados. Os homens também estão mais “afoitos”. Tem deles que se acham “o gostosão” e assediam as mulheres casadas só pra ver “o circo pegar fogo”. Esses geralmente agem assim porque tem uma “turminha” pra lhe dar “cobertura” caso o cidadão diga alguma coisa sobre o assédio do elemento à sua esposa. Esses são covardes ao extremo.

O certo é que, homens e mulheres estão se traindo mais e mais a cada dia e o casamento, como eu coloquei no título desta postagem, é UMA INSTITUIÇÃO À BEIRA DA FALÊNCIA.

P.S: O reflexo negativo disso tudo está nos filhos cada dia mais rebeldes e partindo pra marginalidade. Cada dia mais jovens.

(*) Em outra oportunidade, vou falar sobre separação e o perigo que ela impõe quando uma das partes não aceita o fim do relacionamento. Me cobrem! ;)

(**) Bom final de semana!

3 comentários:

Jacqueline 5/12/09  

Manoel achei muito interessante suas considerações. As pessoas ‘deveriam’ se relacionar com um parceiro de cada vez, falo de fidelidade e principalmente respeito por quem tem um companheiro. Realmente não é mais de se admirar atualmente a quantidade de separações, já é comum, temos que nos adaptar ou não evoluímos (como diria Darwin, rs). As mudanças acontecem independentes de nossa vontade, toda mudança dá medo. Separarmos-nos de quem amamos. Mas viver com quem não amamos é terrível, e passamos por isso, também. Talvez fosse interessante você desenvolver esse aspecto em outra oportunidade. Mas permita-me lembrar que os últimos dados do IBGE dizem que os casamentos ainda são maiores que quantidade de separações. Também gostaria de observar que um lar desestruturado é tão ou mais danoso para os filhos, que ter os pais separados.

Manoel Filho 7/12/09  

Jacqueline, muitíssimo obrigado por acessar este espaço e deixar seu comentário. Por sinal, muito rico.

Então, concordo com você que é horrível conviver com uma pessoa sem mais sentir nada por ela. Alguns (as) até vivem por pena. Pena é o pior sentimento que o ser humano pode sentir. Também concordo com você quando você cita que "um lar desestruturado é tão ou mais danoso para os filhos, que ter os pais separados." Com certeza. Eu mesmo me separei por causa disso. Porque sabia que aquilo estava prejudicando a vida da minha filha.

Sobre os dados do IBGE: realmente o número de casamentos ainda é maior que o de separações. Graças a Deus! Tomara que na próxima pesquisa, os números melhorem ainda mais. Se bem que, tem muitos casais que estão separados há tempos, porém, ainda não procuraram o divórcio. A separação legal. Mas acredito que mesmo contando com estes, o número de casamentos seja ainda bem superior ao de separações.

Mais uma vez: MUITO OBRIGADO POR VIR AQUI E COMENTAR. VOLTE SEMPRE! COMENTE SEMPRE! ;-)

Jacqueline 8/12/09  

Manoel esse é um tema que tem várias nuances para ser explorada, não é mesmo? Sem falar nos correlatos, concorda? (rs) É um tema instigante e interessante porque envolve sentimentos, emoções, moral, costumes e por ai vai... Aguardo os próximos textos e assim poderei meter meu bico.
Abraço.

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